quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

VEM AÍ: O Bloco do Kezinho, Alegria, Amigos e Família em Frente ao Cemitério da Gonçalves Dias...

Criado em 2022, o Bloco do Kezinho nasceu com um propósito simples e especial: promover momentos de diversão entre amigos e familiares. Desde então, se consolidou como um ponto de encontro animado no coração da cidade, sempre se apresentando em frente à praça do cemitério da Avenida Gonçalves Dias, no centro.

O bloco é movido pela energia de seus apoiadores, que acreditam na força da cultura e da amizade. Entre eles estão Júlio Filho, Walysson Pavão, Fabiano Guimarães, Ricardo Guimarães, Ivar Guimarães, Academia Vigor, Raul Refrigerações, Francimar Jacintho e Wetbeth Pescados, parceiros que tornam a festa ainda mais especial.

Neste ano, o Bloco do Kezinho convida toda a comunidade para se juntar à folia, celebrar a amizade e viver momentos inesquecíveis em família. 

Não perca a próxima apresentação em frente à praça do cemitério da Avenida Gonçalves Dias e venha fazer parte dessa tradição que já conquistou a cidade.

Data: 15/02 
Horário: 14:00 
Local: praça do cemitério Municipal (SEDE)

Bloco do Kezinho: diversão garantida para todas as idades!

Mobilidade em Ribamar avança e Parque das Palmeiras recebe 1,45 km de novo asfalto.

A transformação chegou ao Parque das Palmeiras!

O trabalho não para em São José de Ribamar! A Prefeitura juntamente com a Semosp já está executando 1,45 km de asfalto na Rua Um, no Parque das Palmeiras, garantindo mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para a população.

A obra também beneficia moradores do Parque Jair, Parque Vitória e adjacências, fortalecendo o acesso e melhorando o dia a dia de quem vive na região.

E vem mais por aí: meio-fio, sarjeta, calçadas e sinalização vão completar a intervenção, deixando o bairro ainda mais organizado e estruturado, garante o secretário de obras e Pavimentação Roberto Moucherek.

É infraestrutura chegando, é compromisso sendo cumprido e é a cidade avançando!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

NÃO É PERSEGUIÇÃO. É LEI.O que aconteceu em São José de Ribamar não é perseguição política. É fiscalização ambiental!

O estabelecimento ligado ao vereador Ednilson do Kantão foi autuado por uma sequência de infrações ambientais previstas no Decreto Federal nº 6.514/2008, incluindo comercialização de madeira nativa sem licença válida, funcionamento sem autorização e outras irregularidades apontadas no processo administrativo.
O valor da multa ultrapassa R$ 700 mil porque não se trata de um fato isolado, mas de um conjunto de infrações.

A RESPONSABILIDADE É DE QUEM EXERCE A ATIVIDADE:
Comércio de madeira de lei exige:
Documento de Origem Florestal (DOF);
Cadastro no IBAMA;
Licenciamento ambiental;
Autorizações específicas.
Sem isso, a atividade é irregular.
A responsabilidade de manter a empresa legalizada é do proprietário, não da Prefeitura.


A PREFEITURA CUMPRIU A LEI:
A SEMMAM tem o dever legal de fiscalizar.
Se se omitisse, poderia responder por prevaricação e até por conivência com crime ambiental.
Não agir seria ilegal.
Agir foi obrigação.

A TENTATIVA DE VITIMIZAÇÃO:
Agora, tenta-se construir a narrativa de perseguição.
Mas não há perseguição quando há auto de infração formal, fundamentação legal e publicação oficial.
Há irregularidade constatada.

Mais grave ainda: trata-se de um vereador que preside a Comissão de Meio Ambiente na Câmara.
De quem ocupa essa função, espera-se exemplo de cumprimento da legislação ambiental, não descumprimento.

FATO OBJETIVO:
Quem estava irregular precisa responder administrativamente.

Quem fiscalizou cumpriu seu dever.
A tentativa de transferir a responsabilidade não altera os fatos documentados.
A lei foi aplicada. E isso não é perseguição, é Estado funcionando.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Sem licitação, sem decreto, sem pudor: o vice-prefeito que transformou o cargo em palco de improviso, constrangimento e ilegalidades.

TESTE DE ILEGALIDADE? Quem autorizou, quem pagou e quem mandou?

Máquinas sem dono, obras sem ordem e a Vila Sarney I como palco de um governo paralelo.
O que ocorreu na Vila Sarney I, em São José de Ribamar, ultrapassa qualquer narrativa de “boa vontade”. Trata-se de ação administrativa à margem da lei, executada por quem não tem poder legal para executar.
Máquinas pesadas apareceram do nada.
Serviços foram iniciados.
Ruas receberam intervenções.
E a pergunta central segue sem resposta: de onde vieram as máquinas?
Não há placa. Não há contrato. Não há licitação. Não há autorização do Executivo. Não há registro de empenho. Não há ato administrativo algum que explique a presença do maquinário e a execução dos serviços.

O desgastado e isolado vice-prefeito Natércio Santos não ordena obras, não movimenta orçamento e não contrata serviços. Fora da substituição legal do prefeito, qualquer iniciativa dessa natureza configura usurpação de função pública e possível violação aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade.

O quadro é grave e objetivo:
Se as máquinas são públicas, quem autorizou o uso fora da estrutura oficial?
Se são privadas, por que estão executando serviço público sem contrato?
Se ninguém sabe a origem, quem responde pelo custo, pela responsabilidade técnica e pelos riscos?

Aqui não se discute se o buraco foi tapado. Discute-se quem mandou, quem pagou e sob qual lei.

Diante disso, o foco se volta, inevitavelmente, aos órgãos de controle.
Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado precisam agir.
Apurar a origem das máquinas, a fonte dos recursos e a legalidade dos atos não é opção, é dever.

O silêncio institucional cria um precedente perigoso: o da normalização do improviso político, do governo paralelo e da substituição da lei pelo marketing.
As perguntas estão postas, publicamente: MP vai instaurar procedimento para apurar a origem do maquinário e a legalidade das obras?

TCE vai exigir explicações ou vai fechar os olhos para um caso escancarado?
Se não houver resposta, a mensagem será clara para a população:
em São José de Ribamar, a lei pode ser atropelada por revanchismo e conveniência política.

ATLETA OLÍMPICO: O pula-pula melindroso do "caricato e folclórico" vereador João Carlos em São José de Ribamar.

(JOÃO CARLOS) A curiosa arte ilógica dos “apoios múltiplos”: quando a política vira salto ornamental.

Reeleito com 1.117 votos, o vereador João Carlos, de São José de Ribamar, parece ter transformado o pós-eleição em um laboratório de experimentações políticas sem critério. O resultado nas urnas, à época impulsionado pelo apoio direto do prefeito Dr. Julinho e pela estrutura do grupo governista, hoje serve mais como ponto de interrogação do que como credencial de força própria.

Desde o fim do pleito, João Carlos passou a protagonizar um rodízio de apoios a pré-candidatos a deputado estadual, numa sequência que desafia qualquer lógica eleitoral minimamente séria. O vereador já declarou apoio em momentos distintos a Júlio Filho, Thiago Freitas, Guilherme Paz, Paulo Victor, Alderico Campos e, mais recentemente, ao secretário de Saúde Tiago Fernandes. Uma lista extensa demais para quem, na prática, não consegue demonstrar base eleitoral autônoma.

O comportamento expõe um padrão conhecido nos bastidores: apoios ofertados como moeda simbólica, sem lastro real em votos, lideranças consolidadas ou capital político comprovado. Vende-se influência onde falta densidade eleitoral.

A contradição fica ainda mais evidente quando se observa que boa parte das lideranças comunitárias que ajudaram a eleger João Carlos hoje permanece alinhada ao prefeito, não ao vereador. Ou seja, o parlamentar tenta negociar um patrimônio político que não controla.

Nos corredores da política ribamarense, a pergunta é inevitável:
como um vereador com votação modesta pretende atender tantos pré-candidatos ao mesmo tempo?
A matemática não fecha. A narrativa não sustenta.

O mais irônico é que o roteiro lembra, com precisão, a cartilha do vice-prefeito: enfileirar pré-candidatos, circular entre grupos, criar a ilusão de articulação, tudo isso sem nunca ter transferido votos reais, lembrando que só se tornou eleitor de Ribamar em abril de 2022.

No fim, sobra um retrato incômodo:
não de articulação estratégica, mas de oportunismo político em estado bruto.
E em política, quando o apoio vira promessa vazia, o eleitor percebe.

"Mais cedo ou mais tarde, a conta chega vereador."

Arari conquista Selo Ouro Nacional em Alfabetização e entra para a elite da educação pública brasileira.

O município de Arari acaba de alcançar um feito histórico na educação: a conquista do Selo Ouro Nacional de Compromisso com a Alfabetização – 2025, reconhecimento concedido pelo Governo Federal às redes municipais que se destacam no processo de alfabetização das crianças na idade certa.

O resultado consagra o trabalho sério, contínuo e comprometido desenvolvido pela gestão da prefeita Simplesmente Maria, que fez da educação uma prioridade absoluta de governo, investindo em políticas públicas eficazes, valorização dos professores e acompanhamento pedagógico permanente.

Alfabetização como base de futuro
O Selo Ouro é o mais alto nível de reconhecimento dentro do programa.

Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, e simboliza que Arari atingiu metas rigorosas de desempenho, organização pedagógica e resultados concretos em sala de aula.
Mais do que um prêmio, o selo representa crianças lendo, escrevendo e compreendendo o mundo, garantindo igualdade de oportunidades e um futuro mais digno para toda uma geração.

Gestão que planeja, executa e entrega resultados.

Sob a liderança da prefeita Simplesmente Maria, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) implementou ações estruturantes que impactaram diretamente o aprendizado dos alunos:

Fortalecimento da alfabetização na idade certa.

Formação continuada de professores
Monitoramento pedagógico permanente
Investimento em material didático e ambiente escolar.

Foco em resultados reais, não em discursos
O reconhecimento nacional confirma que Arari não apenas aderiu ao programa, mas executou com excelência.

Orgulho para Arari, exemplo para o Maranhão
A conquista do Selo Ouro 2025 coloca Arari em posição de destaque no cenário educacional do Maranhão e do Brasil, mostrando que é possível transformar a educação pública com gestão responsável, planejamento e compromisso social.
“Escrever uma história de ouro na alfabetização” deixou de ser slogan e se tornou realidade.

Arari avança.
A educação floresce.
E o futuro começa agora.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

RIBAMAR NÃO ESTÁ À VENDA: A conspiração política que tenta destruir São José de Ribamar por dentro.

O que está acontecendo em São José de Ribamar não é divergência política.
Não é crítica administrativa.
Não é oposição legítima.
É traição organizada.

Apenas dois vereadores nessa foto não se elegeram com o capital político da atual gestão do Prefeito Dr. Julinho, são eles, Alana Cardoso e Fernando Castro.

 Um grupo de vereadores que só chegou ao mandato graças ao capital político, à estrutura e à credibilidade do prefeito reeleito Dr. Julinho decidiu romper com a cidade que os elegeu para servir a um projeto externo, estranho, forasteiro e perigoso.
Esses vereadores sabem exatamente o que estão fazendo.

E fazem de forma: consciente, calculada e coordenada.

Natércio Santos e Fred Campos, os responsáveis pela engrenagem que tenta arrendar São José de Ribamar.

O eixo da traição: Paço do Lumiar/Ribamar.

Hoje é público e notório o alinhamento nos bastidores entre esses vereadores de Ribamar, o vice-prefeito Natércio Santos e o prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos.

■O objetivo é claro:
Viabilizar politicamente Alderico Campos, irmão de Fred Campos, como candidato a deputado estadual.
●Para isso, Ribamar virou território a ser enfraquecido, sabotado e desmoralizado.

O plano é simples e sujo:
Dr. Julinho cercado de crianças em um momento de reconhecimento gestorial.

●Atacar diariamente o prefeito Dr. Julinho, inclusive com narrativas falsas e distorcidas.
●Destruir a imagem institucional de Ribamar, criando a sensação de caos.
Deslegitimar a gestão que os elegeu, como se não tivessem feito parte dela.
●Preparar o terreno para entregar o município, no futuro, a interesses de fora.
●Isso não é política.
●Isso é apropriação de mandato.

(Natércio Santos): o vice que chamou o prefeito de “pai” e apunhalou pelas costas
A figura mais simbólica dessa traição atende pelo nome de Natércio Santos.
O vice prefeito de Ribamar Natércio Santos.

■Ele foi:
Eleito vice-prefeito com a estrutura total da gestão.
●Apresentado politicamente como homem de confiança.
●Tratado publicamente como parte da família política.
●E retribuiu como? Conspirando nos bastidores...

Alinhando-se a um projeto externo
●Atuando para enfraquecer a própria gestão da qual faz parte.
●Natércio não divergiu.
●Ele traiu!

E traiu porque acredita que Ribamar é espólio político, algo que pode ser arrendado, negociado, entregue.

■Fred Campos e Alderico Campos: o projeto forasteiro.
●Ninguém aqui é ingênuo.
●Fred Campos não é ator secundário.
●Ele é o articulador.
●E Alderico Campos não é “apenas um nome”.
●Ele é o beneficiário direto dessa engenharia política.

■É de conhecimento público que:
"Fred Campos responde a denúncias graves
Há investigações e questionamentos judiciais amplamente divulgados."
"Seu grupo político carrega um histórico pesado de suspeitas, processos e escândalos."

■E é exatamente esse grupo que agora tenta:Usar vereadores de Ribamar como linha auxiliar.
●Usar Natércio como cavalo de Troia.
●Transformar São José de Ribamar em trampolim eleitoral.

●Ribamar não pediu isso.
●O povo não autorizou isso.
●O voto não foi dado para isso.
●Vereadores que abandonaram o mandato para servir a outro município.

■É preciso dizer com todas as letras:
"Esses vereadores não se comportam mais como representantes de Ribamar.
Eles se comportam como interlocutores informais de Paço do Lumiar."
E a pergunta é inevitável: Quem eles representam hoje?

Quem paga o preço dessa sabotagem?

■Enquanto eles:
Elogiam gestão alheia.
●Fazem propaganda de prefeito de outro município.
●Trabalham para um projeto estadual externo.

■Aqui, em Ribamar:
Atacam a própria cidade
●Em nada contribuem de fato ao município.
●Desmoralizam a administração local.
●Tentam destruir o único gestor que lhes estendeu a mão.
●Isso tem nome: ingratidão política e oportunismo.

Ribamar não será entregue!

■São José de Ribamar:
Não é colônia de Paço do Lumiar.
●Não é moeda de troca.
●Não é herança de família.
●Não é trampolim para projeto alheio.
●A cidade tem dono: o povo.

■E a história mostra que: Quem trai a cidade para servir a interesses externos.

Quem usa o mandato para conspirar.
●Quem acredita que o povo não percebe.
●Costuma terminar isolado, desmoralizado e derrotado.

■Conclusão: o jogo foi exposto...
O plano está escancarado.
●Os nomes são conhecidos.
●As alianças são visíveis.

Agora, cada vereador terá que responder não a adversários, mas à própria consciência e, em breve, (às urnas).

Porque a política pode até tolerar o erro.
Mas nunca perdoa a traição.

■(E Ribamar, definitivamente, não está à venda.)

Apreensão de Veículo do IFMA Abre Flanco Jurídico e Coloca Fred Campos Sob Escrutínio contra a UNIÃO!

Apreensão de veículo do IFMA por prefeito de Paço do Lumiar levanta grave questionamento constitucional.

A apreensão de um veículo pertencente ao Instituto Federal do Maranhão (IFMA) por determinação do prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos, abriu um flanco jurídico delicado e altamente sensível do ponto de vista constitucional. A medida, adotada sob a justificativa de descarte irregular de lixo em um terreno baldio, extrapola a esfera administrativa municipal e invade um campo protegido diretamente pela Constituição Federal.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o próprio prefeito confirmou que o veículo já havia sido recolhido ao pátio da prefeitura, o que reforça a materialidade do ato administrativo. No entanto, fontes da área jurídica ouvidas nos bastidores avaliam que a decisão foi precipitada e desprovida da cautela legal exigida quando se trata de bem pertencente à União.

Veículos de órgãos federais, como o IFMA, integram o patrimônio da União e possuem proteção constitucional específica. São bens inalienáveis, impenhoráveis e resguardados pela chamada imunidade recíproca, prevista no artigo 150, inciso VI, alínea “a”, da Constituição Federal. Essa proteção impede que entes federativos utilizem seu poder de polícia para constranger ou reter patrimônio de outro ente, sob pena de violação direta ao pacto federativo.

Especialistas destacam que municípios não possuem competência para apreender bens federais, ainda que aleguem infração administrativa. Eventuais irregularidades devem ser comunicadas aos órgãos federais competentes, jamais resolvidas por meio de retenção física do bem. A Constituição é clara ao assegurar a autonomia entre os entes federativos, conforme estabelece o artigo 18 da Carta Magna.

Nos meios jurídicos, o entendimento predominante é de que a apreensão de bem federal por prefeitura pode ser considerada ato inconstitucional, passível de questionamento judicial e, a depender da apuração formal dos fatos, de enquadramento por abuso de autoridade. A análise não se dá pelo mérito ambiental da denúncia, mas pela forma adotada para lidar com ela.

Outro ponto que chamou atenção de observadores políticos foi a ênfase dada pelo prefeito ao fato de o veículo ser vinculado ao IFMA de São José de Ribamar. Nos bastidores, essa associação foi interpretada como tentativa de deslocar politicamente o episódio para outra gestão municipal, ainda que o fato tenha ocorrido em Paço do Lumiar e envolva um órgão federal, que não se subordina a prefeitos.

O episódio escancara um debate maior sobre limites institucionais, respeito à Constituição e uso responsável do poder administrativo. Quando o impulso político atropela o devido processo legal, o risco não é apenas jurídico, mas institucional. E nesse caso, o desconforto não é retórico: ele é constitucional.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

PREFEITURA de SJR e SEMOSP iniciam trabalho de tapa-buracos na Avenida General Artur Carvalho, em São José de Ribamar.

A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (SEMOSP), em nome da Prefeitura de São José de Ribamar e do prefeito Dr. Julinho, deu início aos serviços de tapa-buracos na Avenida General Artur Carvalho, uma das principais vias de ligação entre áreas da Região Metropolitana e o município ribamarense.

A ação integra o cronograma contínuo de recuperação da malha viária urbana e tem como objetivo melhorar as condições de tráfego, garantir mais segurança para motoristas e pedestres e prevenir danos maiores no período chuvoso, quando o desgaste do asfalto tende a se intensificar.
De acordo com a gestão municipal, o trabalho é realizado com foco em planejamento, eficiência e prevenção, evitando que pequenos danos evoluam para problemas estruturais mais graves, que exigiriam intervenções mais complexas e custosas no futuro.

Sob a coordenação da SEMOSP e do secretário de Obras e Infraestrutura, Roberto Moucherek, a equipe técnica atua de forma programada, respeitando critérios técnicos e priorizando vias de grande circulação, como a Avenida General Artur Carvalho, que exerce papel estratégico na mobilidade urbana de São José de Ribamar.

A Prefeitura reforça que a manutenção viária é uma ação permanente, voltada à melhoria da qualidade de vida da população, com compromisso, responsabilidade e respeito aos cidadãos que utilizam diariamente essas vias.

VEM AÍ: O Bloco do Kezinho, Alegria, Amigos e Família em Frente ao Cemitério da Gonçalves Dias...

Criado em 2022, o Bloco do Kezinho nasceu com um propósito simples e especial: promover momentos de diversão entre amigos e fami...