A GUERRA DO SISTEMA CONTRA A "LEI CONSTITUCIONAL AFUNDA A REPÚBLICA EM UMA LAMA DE CORRUPÇÃO, AUTO PROTEÇÃO E CONLUIO DO CONSÓRCIO CORRUPTO.
A dobradinha Lula, Alexandre de Moraes e o consórcio de imprensa abandona a farsa do legalismo para pregar motim institucional e convocação do Conselho da República.
A falácia da “defesa da democracia” ruiu de forma definitiva. Bastou uma decisão contrária aos interesses do consórcio de poder para que o discurso hipócrita de "respeito às instituições" fosse jogado no lixo.
Diante da determinação legítima do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou a cúpula aparelhada da Polícia Federal, a reação de Lula, Alexandre de Moraes e da mídia militante revelou o verdadeiro DNA do regime: autoritarismo seletivo e total desprezo pelas regras do jogo.
A narrativa fajuta desmorona: Quando o STF decide contra o sistema, a ordem é desobedecer.
Anos a fio de pregação sobre como "decisão judicial não se discute, se cumpre" evaporaram em minutos. Guiado pelo coordenador militante radical de esquerda do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio Carvalho, o entorno de Lula passou a pregar abertamente a desobediência civil-institucional, sugerindo que o governo simplesmente ignore a ordem de Mendonça antes mesmo de qualquer recurso.
O monopólio da virtude ruiu: A mesma patota que acusava a oposição de "jogar fora das quatro linhas" por questionar abusos judiciais agora prega a insubordinação direta.
A decisão está válida: Por mais que a ala alinhada a Alexandre de Moraes no STF tente blindar os seus, a ordem monocrática de Mendonça tem eficácia imediata. Desculpas vazias de bastidor não passam de tentativa de golpe contra a autoridade do próprio tribunal.
Do "choro pelo estado de sítio" ao flerte com o golpe de Estado:
A hipocrisia atinge o ápice com a proposta de acionar o Conselho da República. Por anos, Lula e o consórcio de imprensa demonizaram qualquer menção a artigos constitucionais de emergência, tratando "minutas" e ilações como atos de alta traição e tentativas de golpe.
Agora, ante a ameaça real de perderem o controle sobre a Polícia Federal, os mesmos atores tentam convocar a ante-sala do Estado de Sítio e de Defesa.
O objetivo é cristalino: criar um ambiente de exceção para emparedar o Judiciário, anular ordens legítimas e até mesmo colocar em xeque a normalidade do calendário eleitoral.
Quando a direita falava em mecanismos constitucionais, era "golpismo". Quando a esquerda os aciona para proteger seus aliados, a imprensa militante tenta vender como "defesa da governabilidade."
Nada disso ocorreria sem a cumplicidade escancarada do consórcio de imprensa, que atua como linha de frente do ministro Alexandre de Moraes e do Palácio do Planalto.
Em vez de cobrar a imediata aplicação da lei e o afastamento dos delegados, os veículos tradicionais passam pano para a articulação golpista do governo, relativizando a gravidade de insuflar o descumprimento de uma ordem do STF.
A farsa acabou: nunca foi sobre defender a democracia ou a Constituição. Sempre foi sobre o controle absoluto do estado e a preservação do poder a qualquer custo