A 24 dias da eleição, o debate político em São José de Ribamar ganha contornos decisivos.
De um lado, o candidato Thiago Fernandes tenta sustentar um discurso de eficiência na gestão pública; do outro, a oposição aponta o que classifica como incapacidade administrativa e inoperância, resgatando documentos e registros históricos de 2018 para confrontar o circo de narrativas e ataques montado na propaganda eleitoral.
O histórico da saúde municipal sob essa gestão expõe contradições diretas e o caos entre o discurso e a prática:
Inoperância no Atendimento: Reportagens de TV da época registraram o fechamento de portas e a interrupção do atendimento no Hospital e Maternidade de São José de Ribamar, deixando a população sem assistência básica e de urgência.
Desrespeito aos Trabalhadores: Convocatórias do Sindsaúde/MA - documentaram protestos em frente ao hospital municipal para cobrar salários atrasados, 13º e verbas rescisórias da OS Vitale Saúde, evidenciando falhas de gestão com a categoria.
Incompetência na Gestão Orçamentária: Documentos oficiais da própria Secretaria Municipal de Saúde atestaram faturas pendentes e dívidas acumuladas que superavam R$ 1,6 milhão com empresas prestadoras de serviço.
Para a oposição, a tentativa de transferir responsabilidades e criar narrativas de palanque não apaga os registros oficiais.
A população de São José de Ribamar tem diante de si o contraste direto entre o marketing de campanha de Thiago Fernandes e os documentos que comprovam os momentos críticos enfrentados pela saúde pública.