Moradores do Jardim Tropical relataram prejuízos após uma intervenção realizada sem integração com o cronograma oficial de obras do município. Áudios e vídeos que circulam nas redes mostram declarações do vereador Neguinho do Parque Jair de que uma pá carregadeira e combustível teriam sido providenciados por ele e o também vereador Ednilson do Kantão para executar serviços paliativos durante o período chuvoso.
O resultado prático, segundo os próprios moradores, foi o agravamento da situação: vias parcialmente mexidas, acúmulo de lama e água avançando para dentro de residências. Sem drenagem adequada, compactação de solo e planejamento técnico, a ação acabou produzindo efeito contrário ao esperado, comprometendo a trafegabilidade e aumentando os transtornos.
Pelo ordenamento jurídico brasileiro, a execução de obras e serviços urbanos depende de procedimento administrativo, previsão orçamentária, autorização do Poder Executivo e, quando necessário, processo licitatório. Essa organização existe para garantir qualidade técnica, responsabilidade fiscal e segurança para a população.
Intervenções fora desse fluxo institucional de forma atrapalhada apenas para pegarem carona e likes em redes sociais, tendem a gerar ainda mais retrabalho, desperdício de recursos e riscos estruturais, especialmente em períodos de chuva intensa.
No caso do Jardim Tropical, a medida ocorreu justamente quando já estava em curso o planejamento de melhorias estruturantes fruto da parceria entre o Município de São José de Ribamar e o Governo do Estado, conduzida pela gestão do prefeito Dr. Julinho em conjunto com o governador Carlos Brandão.
A sobreposição das ações descoordenadas pelos vereadores Neguinho do Parque Jair e Ednilson do Kantão, (ambos com sérios problemas na justiça), e que juntos foram eleitos exclusivamente com o capital político direto do atual prefeito reeleito Dr. Julinho, acabou prejudicando e muito, moradores que aguardavam uma solução definitiva, baseada em pavimentação com drenagem e critérios técnicos.
Lembrando que essa ação não é isolada, tendo o vice prefeito Natércio Santos que também usufruiu do capital político do atual prefeito Dr Julinho, também sem autorização ou licitação alguma, usurpando função pública, também causou recentemente um estrago em um bairro de São José de Ribamar, na tentativa desesperada de aparecer.
O episódio reforça a importância de que cada agente público atue dentro das competências estabelecidas pela legislação, preservando o interesse coletivo e evitando iniciativas paralelas que, embora possam parecer imediatas, não substituem obras planejadas e executadas com responsabilidade técnica.
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