Não é crítica administrativa.
Não é oposição legítima.
É traição organizada.
Apenas dois vereadores nessa foto não se elegeram com o capital político da atual gestão do Prefeito Dr. Julinho, são eles, Alana Cardoso e Fernando Castro.
Um grupo de vereadores que só chegou ao mandato graças ao capital político, à estrutura e à credibilidade do prefeito reeleito Dr. Julinho decidiu romper com a cidade que os elegeu para servir a um projeto externo, estranho, forasteiro e perigoso.
Esses vereadores sabem exatamente o que estão fazendo.
E fazem de forma: consciente, calculada e coordenada.
Natércio Santos e Fred Campos, os responsáveis pela engrenagem que tenta arrendar São José de Ribamar.
O eixo da traição: Paço do Lumiar/Ribamar.
Hoje é público e notório o alinhamento nos bastidores entre esses vereadores de Ribamar, o vice-prefeito Natércio Santos e o prefeito de Paço do Lumiar, Fred Campos.
■O objetivo é claro:
●Viabilizar politicamente Alderico Campos, irmão de Fred Campos, como candidato a deputado estadual.
●Para isso, Ribamar virou território a ser enfraquecido, sabotado e desmoralizado.
Dr. Julinho cercado de crianças em um momento de reconhecimento gestorial.
●Atacar diariamente o prefeito Dr. Julinho, inclusive com narrativas falsas e distorcidas.
●Destruir a imagem institucional de Ribamar, criando a sensação de caos.
●Deslegitimar a gestão que os elegeu, como se não tivessem feito parte dela.
●Preparar o terreno para entregar o município, no futuro, a interesses de fora.
●Isso não é política.
●Isso é apropriação de mandato.
(Natércio Santos): o vice que chamou o prefeito de “pai” e apunhalou pelas costas
A figura mais simbólica dessa traição atende pelo nome de Natércio Santos.
O vice prefeito de Ribamar Natércio Santos.
■Ele foi:
●Apresentado politicamente como homem de confiança.
●Tratado publicamente como parte da família política.
●E retribuiu como? Conspirando nos bastidores...
●Alinhando-se a um projeto externo
●Atuando para enfraquecer a própria gestão da qual faz parte.
●Natércio não divergiu.
●Ele traiu!
E traiu porque acredita que Ribamar é espólio político, algo que pode ser arrendado, negociado, entregue.
■Fred Campos e Alderico Campos: o projeto forasteiro.
●Ninguém aqui é ingênuo.
●Fred Campos não é ator secundário.
●Ele é o articulador.
●E Alderico Campos não é “apenas um nome”.
●Ele é o beneficiário direto dessa engenharia política.
"Fred Campos responde a denúncias graves
Há investigações e questionamentos judiciais amplamente divulgados."
■E é exatamente esse grupo que agora tenta: ●Usar vereadores de Ribamar como linha auxiliar.
●Usar Natércio como cavalo de Troia.
●Transformar São José de Ribamar em trampolim eleitoral.
●Ribamar não pediu isso.
●O povo não autorizou isso.
●O voto não foi dado para isso.
●Vereadores que abandonaram o mandato para servir a outro município.
"Esses vereadores não se comportam mais como representantes de Ribamar.
Eles se comportam como interlocutores informais de Paço do Lumiar."
Quem paga o preço dessa sabotagem?
■Enquanto eles:
●Elogiam gestão alheia.
●Fazem propaganda de prefeito de outro município.
●Trabalham para um projeto estadual externo.
■Aqui, em Ribamar:
●Atacam a própria cidade
●Em nada contribuem de fato ao município.
●Desmoralizam a administração local.
●Tentam destruir o único gestor que lhes estendeu a mão.
●Isso tem nome: ingratidão política e oportunismo.
Ribamar não será entregue!
■São José de Ribamar:
●Não é colônia de Paço do Lumiar.
●Não é moeda de troca.
●Não é herança de família.
●Não é trampolim para projeto alheio.
●A cidade tem dono: o povo.
■E a história mostra que: Quem trai a cidade para servir a interesses externos.
●Quem usa o mandato para conspirar.
●Quem acredita que o povo não percebe.
●Costuma terminar isolado, desmoralizado e derrotado.
■Conclusão: o jogo foi exposto...
●O plano está escancarado.
●Os nomes são conhecidos.
●As alianças são visíveis.
Agora, cada vereador terá que responder não a adversários, mas à própria consciência e, em breve, (às urnas).
Porque a política pode até tolerar o erro.
Mas nunca perdoa a traição.
■(E Ribamar, definitivamente, não está à venda.)
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