O que deveria ser um ponto tradicional de comércio popular, abastecimento e sustento de dezenas de famílias, vem enfrentando um problema que não é estrutural, é comportamental.
Na Travessa Panaquatira, no bairro Moropóia, em São José de Ribamar, a realidade preocupa: o descarte irregular de resíduos, especialmente restos de peixe, frutas e alimentos perecíveis, tem transformado a área da feira em um ambiente insalubre, com forte odor e impacto direto na qualidade de vida da população.
O PROBLEMA NÃO É FALTA DE COLETA, É FALTA DE CONSCIÊNCIA.
Mesmo com a presença de uma caçamba coletora de lixo permanente disponibilizada pela Prefeitura, o que se vê é o acúmulo de dejetos espalhados no entorno da praça. Tripas de peixe, alimentos em decomposição e lixo orgânico são descartados de forma irregular, ignorando completamente a estrutura existente.
O resultado é um cenário que vai além da estética urbana:
●Mau cheiro intenso
●Proliferação de insetos
●Riscos à saúde pública
●Constrangimento para moradores e comerciantes.
GESTÃO FAZ SUA PARTE, MAS PRECISA DA POPULAÇÃO.
A Prefeitura de São José de Ribamar, sob a gestão do prefeito Dr. Julinho, tem mantido a limpeza regular da área, com atuação contínua da Secretaria de Meio Ambiente.
Sob a responsabilidade do secretário Carlos Eugênio, equipes realizam a coleta e higienização do espaço. No entanto, o esforço do poder público esbarra na falta de colaboração de parte da população.
APELO DIRETO: CIDADE LIMPA É RESPONSABILIDADE DE TODOS.
utilize corretamente a caçamba de lixo disponível no local.
Não se trata apenas de organização, trata-se de respeito coletivo. Respeito com quem trabalha na feira, com quem mora na região e com a imagem da cidade.
O EXEMPLO COMEÇA NO INDIVÍDUO:
A Travessa Panaquatira não precisa de mais estrutura. Já tem.
Porque cidade limpa não depende só da Prefeitura.
Depende, acima de tudo, de quem vive nela.
Nenhum comentário:
Postar um comentário