sexta-feira, 20 de março de 2026

Penetras da obra alheia: a corrida desesperada de quem nada fez por um crédito que não existe!

A farra do crédito alheio: dois figurantes disputando quem aparece mais na obra dos outros.

Em São José de Ribamar, a cena política recente beira o constrangedor. Enquanto a parceria entre o Governo do Estado e a gestão municipal avança com obras e investimentos concretos, duas figuras conhecidas da política local protagonizam uma disputa quase desesperada por crédito.

De um lado, um ex-prefeito que tenta, mais uma vez, se agarrar a uma relevância que já não sustenta sozinho. 

Do outro, um vice que ascendeu pelas mãos da própria gestão, traiu, e agora tenta reescrever a própria pífia trajetória como se fosse o autor das decisões que nunca lhe pertenceram.

O roteiro é sempre o mesmo: a obra é viabilizada por quem tem a caneta, por quem articula institucionalmente, por quem responde de fato pela execução. Mas, na hora da foto, surgem os “pais da criança” de última hora.

E aí começa o espetáculo.
Quem ontem criticava, hoje aparece lado a lado. Quem nunca executou, agora quer protagonizar. Quem recebeu oportunidade, agora tenta se colocar como indispensável. Tudo isso enquanto a população assiste a uma disputa de ego que pouco tem a ver com entrega real.

Nos bastidores, o que se comenta é ainda mais direto: trata-se de uma corrida para não desaparecer politicamente. Uma tentativa forçada de colar imagem em obras que têm origem clara, fruto da articulação entre o Governo do Estado e a Prefeitura.
E é justamente aí que mora o vexame.
Porque em política, a memória pode até falhar, mas não tanto. A população sabe quem executa, quem articula e quem apenas aparece quando convém.

No fim, a conta é simples:

Quem trabalha entrega.
quem não tem o que mostrar… disputa narrativa e paga de bobo da corte!
E quando a narrativa não se sustenta, o resultado é um só: exposição e vergonha pública.

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