O debate político em São José de Ribamar voltou a escancarar uma prática antiga, mas cada vez mais evidente: a incoerência e cinismo de parte da oposição diante do avanço de obras públicas no município.
A lógica parece simples, mas, na prática, tem sido distorcida. Quando ações estruturantes acontecem em Paço do Lumiar, há aplausos, reconhecimento e discursos de avanço.
Quando iniciativas semelhantes chegam a Ribamar, surgem questionamentos, acusações e tentativas de deslegitimação.
A pergunta que ecoa nas ruas é direta: o problema é a obra… ou onde ela acontece?
OBRIGAÇÃO OU CONVENIÊNCIA?
É fato: o governo estadual tem a obrigação institucional de atuar em todos os municípios. Investimentos em infraestrutura, mobilidade e urbanização não são favores, são deveres administrativos.
No entanto, o que deveria ser celebrado como conquista coletiva tem sido tratado, por uma parte oposicionista, como motivo de disputa política.
A CONTRADIÇÃO QUE SALTA AOS OLHOS:
O cenário atual revela um comportamento contraditório:
Em um município, a presença do Estado é sinônimo de eficiência.
Em outro, a mesma presença vira alvo de suspeita.
Essa dualidade enfraquece o debate público e desloca o foco do que realmente importa: o benefício direto para a população.
Afinal, pavimentação, urbanização e investimentos estruturais não têm lado político, têm impacto social.
QUEM PERDE COM ISSO?
Quando o progresso vira palco de disputa, quem paga o preço é o cidadão.
Transformar obras em munição política pode atrasar avanços, gerar desinformação e alimentar divisões que pouco contribuem para o desenvolvimento real do município.
Mais do que oposição, o momento exige responsabilidade...
Mais do que discurso, exige coerência.
CONCLUSÃO: O POVO ESTÁ VENDO
A população de São José de Ribamar tem maturidade para perceber quando há alinhamento com seus interesses, e quando há apenas conveniência política.
O progresso não pode ser seletivo.
E muito menos refém de narrativas.
No fim, fica uma verdade simples:
obra boa é obra que chega, independente de quem assine.
Verdades veladas a pseuda oposição!
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