A Insensatez do "Fujão": Desobediência Civil e Política.
O cenário é de pura traição institucional. Existe uma ordem expressa do Governador para manter o foco em 2026, fortalecendo a caminhada de Orleans Brandão. Mas Luis Fernando, agindo como se fosse o dono do estado, decidiu atropelar o comando. Ao tentar "tomar de assalto" a liderança da oposição em Ribamar, ele não apenas racha o grupo aliado, mas cospe no projeto político do clã Brandão.
Luis Fernando mostra que sua fidelidade dura apenas enquanto seus interesses pessoais são atendidos. Ele é o mesmo que, no passado, abandonou Ribamar para perseguir o sonho megalomaníaco de ser governador, sendo medido pelas urnas como um político insignificante e inexpressivo para o cargo.
Com uma soberba que beira a insanidade, Luis Fernando tenta desmoralizar o líder do G8, Dudu Diniz. O ex-prefeito ignora que Dudu, mesmo "anabolizado" pelo governo, teve 35 mil votos, uma votação que o próprio Luis Fernando nunca chegou perto de ter como gestor.
"Sorrateiro", Luis Fernando causa fissuras no grupo que deveria estar coeso. Ele atropela nomes como J. Pinto, Eudes Sampaio, Edson Júnior e Junior Lago, criando um caos desnecessário e desrespeitando o trabalho de anos desse grupo junto ao Governo do Estado.
Ao captar vereadores que foram eleitos na sombra da estrutura do Dr. Julinho, Luis Fernando prova que sua única habilidade é a de parasitar o trabalho alheio.
A história não mente: Luis Fernando é um político dependente. Sempre se escorou na "muleta" do Governo do Estado na era Roseana Sarney. Quando a muleta quebrou no governo Jackson Lago, ele entrou em parafuso, não soube trabalhar sem o cofre estadual e abandonou o município pela segunda vez, deixando o povo de Ribamar ao deus-dará.
Hoje, ele repete o roteiro. Enquanto o prefeito Dr. Julinho vem conduzindo a cidade com recursos próprios e parcerias com deputados federais, duplicando a Estrada do Panaquatira, revitalizando o Posto da Guarda e reconstruindo o Viva Panaquatira, Luis Fernando aparece de forma patética comemorando "tapa-buracos" do governo estadual. Ele esquece de citar que, enquanto prefeito e passava os fins de semana em sua mansão luxuosa na orla de Panaquatira, nunca moveu um dedo pela própria Panaquatira.
O tiro ilcerteiro no Pé de Orleans Brandão.
Ao antecipar 2028 de forma aloprada, Luis Fernando cria um ambiente de guerra que prejudica diretamente Orleans Brandão. Quem vai confiar em um grupo onde o secretário atropela o governador? Onde a "raposa velha" tenta engolir os aliados de primeira hora?
O ultimato está dado:
"Luis Fernando vai continuar desrespeitando a ordem de pacificação do Governador Carlos Brandão?"
"Orleans Brandão vai permitir que seu projeto de 2026 seja sabotado pelo egocentrismo de um secretário fujão?"
"Dudu Diniz e o G8 vão aceitar serem meros degraus para a loucura de um homem que só sabe governar com muletas e fugir na hora do aperto?"
Luis Fernando Silva provou que é o maior inimigo da união em Ribamar. Sua ganância não respeita hierarquia, nem gratidão. O "Fujão" voltou, e com ele, trouxe a discórdia que pode custar caro ao Palácio dos Leões.
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