A Anatomia de uma Crise na Reta Final: A Deslealdade de Luís Fernando e Tiago Fernandes contra o Grupo Governista.
No xadrez político maranhense, a coesão interna é o pilar que sustenta qualquer vitória eleitoral.
O cenário que se desenha nesta reta final em São José de Ribamar aponta para um diagnóstico cristalino: a extrema dificuldade enfrentada pela campanha de Orleans Brandão não decorre da força da oposição, mas deve-se única e exclusivamente ao comportamento atabalhoado, aloprado, ganancioso, vil e desleal de dois quadros que deveriam liderar a sustentação do governo do estado no município.
Fogo Amigo e Fissuras Institucionais...
Como secretários de Estado Luís Fernando na Secretaria de Assuntos Estratégicos e Tiago Fernandes na Secretaria de Saúde do Estado, ambos tinham a obrigação política de zelar pelo grupo e construir pontes. Em vez disso, moveram uma conduta abertamente desleal contra o próprio governo.
Com ataques sistemáticos às forças locais consolidadas, do grupo de políticos como o (G8), ao grupo do prefeito reeleito Dr. Julinho, e a antecipação irresponsável da pauta de 2028, a dupla provocou fissuras profundas no ecossistema de apoio a Orleans. Trata-se de uma autofagia movida a vaidade, que desarticula a base governista na véspera da votação.
(A análise continua na Parte 2: A desidratação eleitoral da SES, a dependência em Dr. Julinho e Júlio Filho, e a aproximação com Natércio aliado a Braide).
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