Tiago Fernandes herdou de Luís Fernando um jeito peculiar de fazer política marcado pelo egocentrismo e pela dificuldade em lidar com o contraditório. Quando prefeito, Luís Fernando protagonizou episódios de ofensas a mulheres, idosos e até crianças, registrados em vídeos. Esse comportamento deixou uma rejeição que hoje pesa sobre o grupo.
"E esse é um fardo caro para quem trabalha pelo projeto de Orleans Brandão: muita estrutura, pouca entrega e cada vez menos resultado."
Tiago é advogado, nunca foi da área da saúde e, além disso, não é ribamarense. Mas o problema não é ser de fora: é querer se apresentar como uma opção forte para São José de Ribamar sem ter construído aqui um legado capaz de sustentar esse projeto.
Agora, concentra todas as fichas na cidade como se dissimulação pudesse substituir história, trabalho e vínculo construído com a população.
Como secretário municipal, sua gestão foi marcada por denúncias envolvendo contratos, empresas ligadas a ele, atraso de pagamentos (calotes), greves e falta de atendimento, tornando sua gestão em um verdadeiro caos na cidade. O caso virou notícia em telejornais e motivou a CPI do Covidão.
Depois, à frente da Saúde estadual, uma pasta bilionária, não deixou uma estrutura que justificasse o tamanho da máquina.
Preferiu se enfurnar em São José de Ribamar, apostando todas as fichas numa eleição que, segundo as pesquisas divulgadas, não deslancha.
Com toda essa estrutura, a campanha não decola. E quando falta proposta e trabalho para mostrar, sobra ataque.
Foi criada uma verdadeira fábrica de ataques diários em redes sociais contra apenas um único candidato "Júlio Filho", com pseudos-comunicadores pagos para tentar sobreviver seu nome ao de quem aparece bem a frente.
Blogueiros e jornalistas também são perseguidos com ações no TRE.
Até agora, segundo as decisões citadas, o tribunal não determinou a retirada das matérias, apenas ajustes pontuais. E, nas redes, depois de atacar, ainda tenta posar de vítima, é mole ou quer mais?
O mais contraditório é que quando ele ataca Júlio Filho, ataca diretamente a própria base do Governo do Estado, atrapalhando o projeto de Orleans Brandão. Para completar, levou ao palanque um vice-prefeito apoiador de um adversário do governo.
Enquanto os outros fazem campanhas leves, Tiago parte para o tudo ou nada. Sem proposta, sem legado local, sem trabalho próprio e sem caminho independente, tenta sobreviver no ataque.
"A política evoluiu, eles ficaram para trás, e eu não recuo!"
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