Observação: não é ataque, é padrão.
Onde o vice encosta, aliados entram em crise e a PF aparece no noticiário.
Chame de azar, quando repete, vira marca registrada.
Depois de trair justamente o homem que o tirou do nada, lhe deu palco, estrutura e o elevou ao posto de vice-prefeito, dizem nos bastidores que veio o “prêmio”: um azar político de fazer inveja a superstição antiga. Coisa de 100 anos, no mínimo.
Desde então, o roteiro se repete.
Onde encosta, dá ruim.
Aproximou-se de Fábio Gentil?
PF NA PORTA...
Pouco depois, Polícia Federal, busca e apreensão na residência do cabeludo, investigação com dinheiro público no centro do noticiário.
Mais um déjà-vu: PF em campo, esquemas sob apuração, escândalos pipocando.
Coincidência?
Na política, coincidência que insiste vira marca registrada.
Hoje, ninguém pergunta mais qual é o projeto.
A pergunta é outra: quem será o próximo a sentir o frio depois do aperto de mão.
Dizem que é azar.
Outros juram que é castigo.
Mas uma coisa é certa: depois da traição, o pé esfriou, e levou todo mundo junto.
DISCONJURO CRUZCREDO!
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