A Cria Superou o Mestre na Arte de Trair.
A foto que circula nos bastidores é o retrato da ingratidão ao quadrado. Ramon Ribamarense, que até ontem era o "escudeiro fiel" de Natércio Santos, decidiu que o padrinho já era um cadáver político. Sem o oxigênio da máquina de Dr. Julinho de onde Natércio foi isolado por deslealdade, Ramon não pensou duas vezes: bateu asas e levou o que restou do grupo de suplentes para os braços de Dudu Diniz.
A ironia é cortante: Natércio, que ensinou Ramon a caminhar nos bastidores usando o capital político do prefeito, agora assiste, de camarote e no ostracismo, sua própria criatura negociar seu espólio com a oposição.
O projeto de Ramon é tão ambicioso quanto infundado: eleger a esposa deputada federal. O que ele esquece é que os votos que um dia ostentou não eram dele, mas sim da estrutura montada pelo Dr. Julinho. Sem a mão do prefeito, Ramon é uma nulidade eleitoral. Tentar vender "influência" para o clã Brandão através de Dudu Diniz é vender fumaça.
Dudu Diniz e a Segunda "Barrigada": Um Tiro no Pé de Orleans Brandão.
Para Dudu Diniz, a aliança com o pupilo traidor de Natércio é mais um erro de cálculo. Após atacar o prefeito Dr. Julinho de forma irresponsável, Dudu agora tenta antecipar a eleição municipal de 2028 em pleno processo sucessório estadual de 2026.
Essa "união dos desesperados" acaba prejudicando diretamente o pré-candidato ao governo, Orleans Brandão. Ao acolher traidores sem votos e focar em picuinhas locais, Dudu Diniz cria um desgaste desnecessário para o Palácio dos Leões, que agora vê seu nome envolvido em uma trama de "baixa política" em Ribamar.
Enquanto Dr. Julinho foca em obras e no maior concurso da história da cidade, o cenário para Natércio Santos é de desolação total...
Ignorado pelo Governo, que prefere negociar diretamente com quem (acha que) tem grupo;
Endividado politicamente com investidores que agora cobram a fatura de um projeto que faliu.
O veredito é implacável: A punhalada que Natércio deu no Dr. Julinho voltou com força total através das mãos de Ramon Ribamarense. A pá de cal foi dada. Em Ribamar, quem planta traição não colhe poder, colhe o desprezo e o esquecimento.
O "Judas" da metropolitana descobriu tarde demais: na escola da deslealdade, o aluno sempre se acha pronto para degolar o mestre.
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