SJR: Marketing não apaga fatos. Por trás da figura de “bom moço” cultivada nas redes sociais, o histórico de Tiago Fernandes à frente da saúde pública acumula episódios de caos, denúncias e investigações oficiais que o eleitor não pode esquecer.
Os pontos mais graves da gestão Tiago Fernandes:
Salários Atrasados e Hospital Parado (2018): Sob seu comando, o Hospital Municipal de São José de Ribamar enfrentou greves severas de médicos por calote em salários, 13º e retenção de FGTS. Especialistas como ortopedistas pararam de atender e a população ficou sem socorro.
CPI da Saúde na Pandemia (2020): No auge da Covid-19, a Câmara Municipal instalou uma CPI para investigar o desvio e o mau uso de verbas destinadas ao combate do vírus sob a gestão de Tiago.
Pagamentos "Vapt-Vupt" e Suspeitas de Esquema: Documentos revelaram manobras altamente suspeitas, como o contrato de R$ 150 mil com a empresa I9 Saúde, cujo empenho, liquidação e pagamento foram autorizados no mesmo dia, além de indícios de conexões societárias obscuras e fraudes à Lei de Licitações.
Fuga do Cargo Sob Pressão: Atolado em denúncias, investigações do Ministério Público e protestos de servidores com dívidas milionárias não pagas, Tiago Fernandes abandonou a secretaria em junho de 2020.
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Conclusão: Credibilidade Zero.
Agora, em busca de votos para se eleger deputado, Tiago Fernandes reaparece prometendo eficiência e cuidado.
Mas os fatos são claros: quem deixou médicos sem salário, hospitais desamparados e saiu pela porta dos fundos sob a sombra de uma CPI na pandemia não tem credibilidade para representar a população.
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