domingo, 1 de fevereiro de 2026

Manobra politiqueira do ex-prefeito pode colocar alianças em risco em São José de Ribamar.

Manobra politiqueira do ex-prefeito pode colocar alianças em risco em São José de Ribamar.

Uma movimentação recente nos bastidores da política de São José de Ribamar tem causado estranheza e preocupação entre lideranças e observadores mais atentos. O ex-prefeito Luis Fernando, ao defender uma suposta “união” entre oposição e situação, pode estar criando um cenário de instabilidade que ameaça apoios estratégicos e a própria harmonia do grupo que hoje governa o município.

A tentativa de inserir o ex-vice-prefeito Natercio Santos no mesmo palanque do prefeito Dr. Julinho e do líder político Dudu Diniz soa, no mínimo, como um erro de cálculo político. Em Ribamar, o histórico fala alto, e todos conhecem o currículo político de Natercio Santos, marcado por episódios de traição, conflitos internos, escândalos de corrupção no passado e práticas que deixaram cicatrizes profundas em antigos aliados.

A presença forçada do ex-vice em um projeto de “união” tende a gerar resquícios, desconfiança e rachas internos em um grupo que, até aqui, se sustenta justamente pela coesão e pela confiança mútua entre suas principais lideranças.

O problema se agrava quando circula um vídeo tentando vender a imagem de que Natercio Santos teria o apoio de 11 vereadores. Em um momento sensível, com a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal se aproximando, esse tipo de exposição pode ser interpretado como ameaça política direta, inclusive pelo próprio prefeito.
 
Política é percepção e a mensagem passada não foi de somar, mas de impor e gerar conflito para tentar desestabilizar.

A pergunta que fica é inevitável: vale a pena o ex prefeito LF colocar em risco cerca de 52 mil votos do prefeito Dr. Julinho e mais 36 mil votos do grupo liderado por Dudu Diniz e todo o projeto do Governo, tentando forçadamente empurrar alguém irrisório politicamente, sem lastro político algum, sem liderança consolidada e sem respaldo popular em São José de Ribamar como o do atual vice com o carimbo de traídor a qual não é bem vindo em nenhum dos dois grupos políticos de Ribamar?

A resposta, para muitos, é clara. O caminho mais prudente é manter Natercio Santos à margem do projeto, respeitando a vontade política do grupo e, principalmente, o sentimento da população e das lideranças que de fato constroem votos, alianças e governabilidade no município.

Forçar uma convivência política com alguém que não é bem-vindo entre os dois maiores líderes políticos de São José de Ribamar não fortalece a união, pelo contrário, fragiliza o projeto do Governador, gera ruído interno e abre espaço para crises desnecessárias.

Em política, nem toda “união” soma. Algumas apenas dividem.

BIZARRO: Quando o ego tenta falar mais alto que a história: Santana, a verdade e o constrangimento de Luis Fernando no palanque.

Bizarro: ex prefeito Luis Fernando mente em palanque no meio de uma entrega de obra em São José de Ribamar.

A entrega da estrada do Santana não foi apenas uma obra de infraestrutura. Foi um marco histórico para uma região quilombola que passou décadas esquecida pelo poder público. Pavimentação completa, drenagem, sarjetas, bueiros, um pacote robusto viabilizado pela parceria entre a Prefeitura de São José de Ribamar e o Governo do Estado, com a presença do governador Carlos Brandão, do secretário municipalista Orleans Brandão e demais autoridades.

O evento tinha um propósito claro: união política, institucional e simbólica em torno de um projeto maior de desenvolvimento para Ribamar e para o Maranhão. União entre o grupo do prefeito Dr. Julinho e o G8, em nome de um caminho comum.
Mas o que se viu no palanque foi um episódio, no mínimo, desnecessário e constrangedor.

Enquanto o prefeito Dr. Julinho discursava e fazia um resgate histórico legítimo, afirmando que foi o responsável pela construção da primeira escola da comunidade do Santana e pela chegada da energia elétrica, um ex-prefeito do município, hoje integrante do secretariado estadual, passou a gesticular negativamente, balançar a cabeça e cochichar frases como “fui eu que fiz”, numa tentativa quase ventríloqua de desmentir o orador… por trás dele.

Não se trata de opinião. Trata-se de fato histórico confirmado pela própria comunidade.

Acompanhe abaixo...


Antes da escola de alvenaria construída por Dr. Julinho, as aulas aconteciam em barracões, igrejas e espaços improvisados, como relatam moradores antigos e a própria primeira professora da localidade, Maria dos Milagres. A escola construída posteriormente por outras gestões ampliou e melhorou a estrutura, o que é legítimo reconhecer, mas não apaga quem fez o primeiro, quem tirou a educação da improvisação e a colocou de pé.
A primeira escola da região do Santana e São Braz dos macacos construída por Dr. Julinho na década de 90 em seu primeiro mandato.

O mesmo vale para a energia elétrica: foi Dr. Julinho quem levou a primeira ligação de luz à região. O reforço posterior da rede não reescreve a origem do feito.

A escola hoje desativada não é prova de mentira, mas sim de abandono e falta de zelo de gestões seguintes, que deixaram o equipamento público se deteriorar ao longo dos anos.

O ponto central não é disputar paternidade política em cima de um palanque. O momento exigia grandeza, maturidade e espírito coletivo. A cena expôs exatamente o oposto: um ego inflado tentando reescrever a história no meio de um ato institucional, desviando o foco daquilo que realmente importava, a população do Santana e o futuro que começa a ser construído agora.
A verdade, goste-se ou não, precisa prevalecer.

E a verdade é simples: quem fez o primeiro foi Dr. Julinho. O restante veio depois.
União se constrói com respeito à história, não com disputas pessoais fora de hora.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

ESCÂNDALO: Ver. Ednilson do Kantão é multado em quase 800 mil reais por crimes ambientais em São José de Ribamar.

Um escândalo administrativo e ambiental atinge o legislativo de São José de Ribamar.

Documentos oficiais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMAM) revelam uma série de infrações gravíssimas cometidas pela empresa Shekinah Material de Construção LTDA, de responsabilidade do vereador Ednilson do Kantão. O parlamentar, que ironicamente é membro da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, enfrenta multas que ultrapassam a cifra de R$ 739 mil.

​O Histórico das Infrações
​As ações de fiscalização ocorreram em dezembro de 2025. Segundo o Parecer Técnico Administrativo (Processo 000006/2025), a fiscalização encontrou resistência direta do responsável. No dia 12/12/2025, o acesso ao pátio da empresa foi negado aos fiscais, configurando obstrução ao poder público.

​Somente em 17/12/2025, após os procedimentos legais, confirmou-se que o estabelecimento operava sem licença ambiental e mantinha em estoque madeira sem comprovação de origem lícita. A conduta foi classificada como "reiteração consciente de ilícitos", afastando qualquer alegação de boa-fé.

​Valores e Tipificação das Multas
​O montante total das penalidades aplicadas, atualizado até janeiro de 2026, soma R$ 739.741,09 (equivalente a 212.569,28 UFM). O detalhamento das multas é o seguinte:
​Funcionamento sem licença ambiental: R$ 145.871,64 (Art. 66 do Decreto Federal 6.514/2008).
​Comercialização de madeira nativa sem licença válida: R$ 348.000,00 (Art. 47 do Decreto 6.514/2008).
​Obstrução à fiscalização ambiental: R$ 99.997,81 (Art. 77 do Decreto 6.514/2008).
​Descumprimento de exigências legais no prazo concedido: R$ 145.871,64 (Art. 80 do Decreto 6.514/2008).


O Agravante Político e Ético do Vereador Ednilson do Kantão.

​O parecer técnico destaca um ponto crítico: o autuado possui pleno conhecimento do ordenamento jurídico ambiental por exercer mandato eletivo e ser o membro da Comissão de Meio Ambiente da Câmara de Vereadores.

​Esta condição impede qualquer alegação de desconhecimento da lei e evidencia o dolo (intenção) ou, no mínimo, a culpa consciente. A prática de infrações ambientais por quem deveria fiscalizá-las agrava a penalidade administrativa e abre margem para severas implicações políticas.

Implicações na Câmara Municipal.

​Como membro de uma comissão temática diretamente ligada aos crimes cometidos, o vereador Ednilson do Kantão poderá enfrentar:
​Processo no Conselho de Ética: Por quebra de decoro parlamentar, uma vez que sua conduta empresarial colide com os deveres do cargo público.

​Expulsão da Comissão: A incompatibilidade entre as infrações cometidas e a participação da pasta ambiental na Câmara torna sua permanência politicamente insustentável.

​Cassação de Mandato: Dependendo do entendimento do plenário, a reiteração de ilícitos e o uso do cargo para tentar obstruir a fiscalização podem levar à perda do cargo.
​Esferas de Fiscalização e Controle
​É importante esclarecer que, embora a Controladoria-Geral da União (CGU) atue na esfera federal, o caso em São José de Ribamar segue para acompanhamento nos seguintes órgãos competentes:
​Controladoria-Geral do Município: Para apurar a regularidade dos processos administrativos internos.

​Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA): Para fiscalizar eventuais reflexos administrativos e financeiros que afetem a gestão pública.
​Ministério Público do Maranhão (MPMA): Órgão vital que deve apurar a ocorrência de crime ambiental e possível improbidade administrativa, dado que o agente público obteve vantagem econômica indevida através de práticas ilegais.

​A SEMMAM reafirmou que a natureza das sanções é punitiva e visa a interrupção imediata do dano ambiental, alertando que a continuidade das irregularidades poderá levar à interdição definitiva da atividade comercial.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Dr. Julinho dita o ritmo de 2026 e consolida Ribamar como eixo central da aliança vencedora.

Júlio Filho, irmã Nalva, Dr.Julinho, Fábio Macedo, Francimar Jacintho, Ribamar Dourado e Fábio Filho

Logo nas primeiras horas do dia, um café político deixou claro quem comanda o jogo em São José de Ribamar. O prefeito Dr. Julinho, maior liderança política do município, reuniu aliados estratégicos e reafirmou apoio a Fábio Macedo (federal), Júlio Filho (estadual) e Orleans Brandão (governo do Estado), num gesto que vai muito além de fotografia: é posicionamento, direção e força política organizada.

A reunião simboliza unidade, lealdade e projeto, pilares que hoje diferenciam grupos que constroem daqueles que apenas conspiram. Ribamar fala com uma só voz e essa voz parte do prefeito legitimamente reeleito, com aprovação popular e entrega concreta de resultados.

O gesto ganhou ainda mais densidade política com a presença da presidente da Câmara, Francimar Jacintho, do líder de governo Ribamar Dourado, da vereadora Irmã Nalva, integrante da Mesa Diretora, e do vereador de São Luís, Fábio Filho. Um bloco sólido, institucional e alinhado, que mostra que quem tem base, tem rumo.

Enquanto alguns apostam no ruído, na intriga e no improviso, Dr. Julinho trabalha com método, alianças claras e jogo aberto.

Ribamar não é coadjuvante, é protagonista.
E quem entende de política sabe: quando Ribamar se move, o Maranhão sente.

Essa não foi apenas uma reunião.
Foi um recado.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

“Menos palco e gritaria, mais educação: lixo volta em menos de 12 horas na avenida Trindade no Nova Terra após ação da Prefeitura”

LIMPEZA FEITA, LIXO DE VOLTA: QUANDO O PROBLEMA NÃO É A COLETA, MAS A FALTA DE CONSCIÊNCIA.

Limpeza feita, lixo de volta: em menos de 12 horas, a falta de consciência volta a comprometer a Avenida Nossa Senhora da Trindade.
A Prefeitura de São José de Ribamar, por meio da gestão do prefeito Dr. Julinho e da SEMMAM, fez a sua parte e fez mais do que o mínimo. Em apenas dois meses, foram mais de oito ações de limpeza na Avenida Trindade, incluindo a mais recente operação mecanizada que removeu 15 carradas de lixo descartado de forma irregular.

Menos de 12 horas depois da ação, o cenário voltou a se repetir: o secretário de meio ambiente Carlos Eugênio cobra consciência da população e mostra entulho doméstico, móveis velhos, eletrodomésticos inutilizados e resíduos jogados às margens da via, desrespeitando o trabalho público e a própria comunidade.

Esse episódio expõe uma verdade que precisa ser dita com clareza: o problema não é a ausência do poder público, mas a insistência de parte da população em práticas irregulares e o silêncio conveniente de vereadores que preferem atacar a gestão, mas não cobram educação, consciência ambiental e responsabilidade coletiva.

É fácil fazer discurso inflamado. Difícil é orientar, conscientizar e ajudar a mudar comportamentos.

Onde estão os vereadores de oposição para cobrar da população o descarte correto?
Onde estão para apoiar campanhas educativas, fiscalizar irregularidades e proteger o dinheiro público que está sendo literalmente jogado no lixo?

A gestão municipal segue atuando, limpando, recolhendo, prevenindo alagamentos e protegendo a cidade, mesmo diante da reincidência do problema. Mas é preciso dizer com todas as letras: limpeza urbana não se sustenta sem educação e sem corresponsabilidade social.

São José de Ribamar não precisa apenas de coleta.

Precisa de consciência, respeito e compromisso com a cidade.
E isso também é papel de quem ocupa mandato.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Gestão Dr. Julinho intensifica limpeza mecanizada na Avenida Trindade e remove 15 carradas de lixo, reforçando apelo à população pelo descarte correto.

A Prefeitura de São José de Ribamar segue com a programação de limpeza urbana mecanizada ao longo da Avenida Trindade, no bairro Nova Terra. 

A ação integra um cronograma contínuo e planejado, executado pela Prefeitura, por meio da SEMMAM, sob a orientação do secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Eugênio, e com o apoio direto da gestão do prefeito Dr. Julinho.

Durante a operação, foi identificado um grande volume de lixo doméstico descartado de forma irregular às margens da via, o que demandou a remoção de aproximadamente 15 carradas de resíduos.

A gestão municipal, liderada pelo prefeito Dr. Julinho, reforça o apelo à conscientização da população, ressaltando que a colaboração dos moradores é essencial para manter a cidade limpa, preservar o meio ambiente e garantir a continuidade dos serviços públicos de forma eficiente.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Júlio Filho lidera comitiva com vereadores e secretária municipal de Cultura em articulação que garante apoio do Governo do Estado ao Carnaval e ao Lava-Pratos de São José de Ribamar.

Parceria institucional fortalece cultura e garante apoio do Governo do Estado ao Carnaval e ao Lava-Pratos de São José de Ribamar.

Uma comitiva liderada pelo pré-candidato a deputado estadual Júlio Filho se reuniu com a Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, sob a condução do secretário Yuri Arruda, em um encontro marcado pelo diálogo institucional e pelo compromisso com o fortalecimento da cultura ribamarense.

A agenda teve como foco principal a construção de uma parceria estratégica que garantirá o apoio massivo do Governo do Estado às manifestações culturais de São José de Ribamar, com destaque para o Carnaval e, especialmente, para o tradicional Lava-Pratos, evento que já se consolidou como uma das maiores expressões culturais e turísticas do município.

A reunião contou ainda com a presença dos vereadores Francimar Jacinto (presidente municipal do Legislativo) e do pedetista Braulio Moraes, reforçando a união entre os poderes Executivo e Legislativo em prol de ações concretas que valorizem a identidade cultural da cidade e fomentem a economia local.

Também participou do encontro a representante do executivo municipal, a secretária municipal de Cultura, Emanuele Borralho, que tem desempenhado papel fundamental na organização e fortalecimento da agenda cultural do município, alinhando as ações locais às políticas públicas estaduais e garantindo que os eventos sejam realizados com planejamento, responsabilidade e valorização dos artistas da terra.

A articulação demonstra maturidade política, capacidade de diálogo e compromisso com resultados práticos. A união entre Governo do Estado, Prefeitura de São José de Ribamar e lideranças políticas locais consolida um caminho seguro para que o Carnaval e o Lava-Pratos sejam realizados com estrutura, segurança e valorização cultural, beneficiando diretamente a população e fortalecendo o turismo no município.

Mais do que eventos, a iniciativa reafirma que a cultura é tratada como política pública, com planejamento, parcerias e respeito às tradições ribamarenses.

“Sem projeto e sem pudor: a (possível) união dos que mamaram na gestão e hoje fingem oposição.”

Natércio Santos e Guilherme Mulato, ambos especulados em uma possível aliança contra São José de Ribamar.

“Babando pelo cofre: a (possível) aliança dos traidores que fingem moral e vivem de oportunismo.”

Constatação sem acusação!

Nos bastidores da política ribamarense, começa a circular a formação de uma possível aliança tão ruidosa quanto vazia. De um lado, o vice-prefeito que como Judas, rompeu com quem lhe deu projeção política; do outro, Guilherme Mulato, personagem conhecido por circular entre governos, cargos, atitudes irresponsáveis, palanques de circo e discursos vazios, mas sem legado concreto para apresentar à população.

A possível junção chama atenção não por propostas que inexistem, mas pelo histórico que ambos carregam.

Ataques sincronizados, relatos de pessoas já terem visto ambos em locais reservados (condomínio de luxo), hipocrisias e muita fome de poder.

O vice-prefeito, alçado ao cargo após sequer ser eleitor de São José de Ribamar até abril de 2022, construiu uma ascensão política e patrimonial acelerada demais para passar despercebida. Nos bastidores, seu nome passou a ser associado a contratos nebulosos, acusações informais, suspeitas recorrentes e a um estilo de atuação marcado por mandos, desmandos e tentativas de controle político dentro da gestão municipal. Não à toa, teria ganho apelidos pouco republicanos como (30%) nas ruas e nos corredores do poder.

O ponto de ruptura veio quando a ambição falou mais alto. Segundo relatos amplamente comentados nos bastidores, o vice teria participado de articulações obscuras para tentar impor ao município um projeto pessoal, chegando ao extremo de tentar desestabilizar um prefeito legitimamente reeleito pelo voto popular, numa trama que envolvia conchavos, traições e a tentativa de empurrar um aliado específico goela abaixo da população.
Do outro lado da mesa surge Guilherme Mulato. Figura conhecida, sobretudo, pela retórica inflamável e pela ascensão financeira meteórica, mas cuja passagem pela vida pública deixa mais perguntas do que respostas. Enquanto foi secretário na gestão considerada por muitos como a pior da história recente do município, viu tudo, presenciou tudo e nada fez. Silêncio absoluto diante de contratos controversos, de emendas que desapareceram e de projetos estruturantes que jamais saíram do papel.
Mulato esteve lá quando a BRK firmou um contrato pornográfico que até hoje pesa no bolso do ribamarense. Esteve lá quando recursos milionários para o polo industrial simplesmente evaporaram. Esteve lá quando o estádio Dário Santos foi abandonado, obra que só mais tarde seria resgatada, ampliada e entregue à população pela atual gestão.

Essa possível aliança ainda se ampara em outro pilar pouco nobre: o apoio ruidoso de alguns vereadores da minoria, personagens que só chegaram onde chegaram graças ao apoio integral da atual gestão, ao peso político, aos votos transferidos e à estrutura colocada à disposição pelo prefeito Dr. Julinho.
São parlamentares que se elegeram ou se reelegeram com a força da máquina pública, com apoio explícito, com articulação direta do Executivo, mas que hoje adotam uma postura oposicionista tardia, oportunista e covarde, não por convicção, tampouco por projeto, mas por palanque, holofote e sobrevivência política.

Na prática, trata-se de uma oposição de conveniência, leviana, que troca gratidão institucional por discurso fácil, que abandona a coerência em nome de likes, vídeos ensaiados e barulho artificial. Pelo povo, pouco ou nada fizeram; pelo próprio interesse, fazem barulho diário.

É esse o tipo de “apoio” que cerca essa tenebrosa aliança: vereadores sem independência real, sem lastro popular próprio, que confundem mandato com espetáculo e tentam se vender como resistência quando, na verdade, são apenas produto do mesmo sistema que agora fingem combater

Agora, esses dois personagens, um marcado por, traições, conchavos, rompimentos e suspeitas, outro por omissão, muita farofa e conveniência, flertam com uma possível aliança que não aponta para o futuro da cidade, mas sim para os cofres da Prefeitura. Não há projeto coletivo, não há plano de desenvolvimento, não há compromisso social visível. Há, sim, sede de poder, ressentimento político e uma tentativa clara de reescrever narrativas.

A pergunta que ecoa nas ruas é simples e incômoda: o que essa aliança tem a oferecer além de interesses próprios?

VEM AÍ: O Bloco do Kezinho, Alegria, Amigos e Família em Frente ao Cemitério da Gonçalves Dias...

Criado em 2022, o Bloco do Kezinho nasceu com um propósito simples e especial: promover momentos de diversão entre amigos e fami...