Guilherme Mulato não é novidade na política de São José de Ribamar. Já esteve dentro da engrenagem que ajudou a eleger o atual prefeito, fez barulho, ocupou espaço e tentou avançar ainda mais. Quando não conseguiu o que queria, mudou de papel: saiu da condição de aliado e vestiu a fantasia de opositor indignado.
Desde então, Mulato tenta se apresentar como paladino da moral, ignorando o próprio histórico. Sua trajetória é marcada por estardalhaço, encenação e ataques aloprados, quase sempre sem proposta concreta. Política, para ele, parece ser mais espetáculo do que compromisso com a cidade.
Nos bastidores, seu nome não inspira confiança. A fama de barganha e de relações utilitárias o acompanha. Sempre candidato, nunca protagonista real. O lançamento constante de pré-candidaturas virou estratégia conhecida: cria uma falsa impressão de liderança, atrai estruturas, patrocínios e acordos pouco transparentes, tudo menos resultado efetivo para o povo.
Agora, diante do crescimento de Júlio Filho, Mulato volta a atacar. Não por divergência de ideias, mas por sobrevivência política. Atacar quem cresce virou método. O problema é que telhado de vidro não combina com discurso moralista. Bastam poucas consultas ao passado para entender por que ele evita certos assuntos.
E diante desse roteiro repetido, a pergunta que ecoa nos corredores da política ribamarense não é nova, mas segue atual:
afinal, qual é o preço de Guilherme Mulato?
Os próximos capítulos, como sempre, prometem mais barulho do que conteúdo.
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