segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

O BERRO DO BODE: Quando a desinformação resolve dar aula de Direito Administrativo, sobra vergonha alheia!

Não é a Prefeitura que está perdida.
É a crítica que não sabe diferenciar cargo público de atividade filantrópica.

E mais uma vez o folclórico ultrapasado André Gomes resolveu sair do anonimato para protagonizar um espetáculo constrangedor: falar do que não entende, opinar sobre o que não estudou e atacar uma gestão que, até pouco tempo atrás, ele próprio tentava alcançar pedindo ajuda pelos bastidores.

Como o acesso não veio, talvez por absoluta falta de preparo, atualização e relevância, veio a revolta. E, com ela, a velha fórmula dos desinformados: gritar nas redes para esconder o vazio de conteúdo.
O concurso existe. A Justiça aprovou. O resto é chilique.

Resultado? 
Vergonha em público e uma gratuita como brinde!


Vamos aos fatos, já que para alguns eles parecem opcionais:

✔ O concurso público municipal foi anunciado,
✔ Aprovado judicialmente,
✔ Envolve professores da rede regular, guarda municipal e endemias,
✔ E terá edital publicado nos próximos meses.

Tudo dentro da lei. Tudo acompanhado pela Justiça. Tudo correto.
Até aqui, silêncio absoluto do “especialista”.
A confusão começa quando falta noção
O prefeito Dr. Julinho, exercendo algo raro na política, sensibilidade e responsabilidade social, decidiu não abandonar os professores da rede filantrópica, que, por definição legal, NÃO PODEM ingressar por concurso público.
E aqui cabe repetir devagar, para quem ainda confunde conceitos básicos:

Filantropia não é cargo público.
Cargo público exige concurso.
Filantropia exige contrato temporário.
Isso não é opinião. É lei.

"O seletivo virou “crime” na cabeça de quem não estuda"

A solução adotada foi simples, legal e correta:

Processo seletivo
Salário de R$ 3.560
Amparo legal total

Mas André Gomes, num surto aloprado de desinformação confiante, decidiu ensinar Direito Administrativo sem nunca ter aberto um código, um estatuto ou sequer lido um edital.

Resultado?

Tentou acusar o prefeito de “afrontar a Justiça” e acabou afrontando a própria lógica.
O vexame é pedagógico.
Querer enfiar professores filantrópicos dentro de concurso público é como querer misturar água e óleo e culpar a física quando não dá certo.
Não é coragem.
Não é denúncia.

É desconhecimento exibido com orgulho.
E quando alguém chama isso de “vergonha”, vale inverter a pergunta: vergonha é governar dentro da lei ou atacar sem entender o básico?

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